terça-feira, 15 de setembro de 2009

A punheta de cada dia

Masturbava-se todos os dias de manhã, antes de ir à escola. Pensava na irmã do melhor amigo. Cabelos castanhos, bunda grande, peitinhos de pêra, Samara era uma gostosa, e ele adoraria comê-la. Ela tinha quinze anos, e ele sabia que ela já tivera um namorado firme. Se ele conseguisse passar a conversa nela, não seria difícil conseguir uma trepada, mas o amigo, Fernando, não poderia ficar sabendo, não era legal comer irmãs de amigos chegados.

Com dezesseis anos, Caio era um adolescente daqueles que chamam atenção, mas apesar de ter o charme cafajeste que atrai meninas virgens, ele não era bonito, e nem seu charme pôde propiciar-lhe muitas garotas até então.

Transar mesmo foram só umas três vezes, duas na verdade, porque na terceira vez ele tirou antes de gozar, fora isso, já tinha dado uns malhos em uma garotas da escola, e conseguido até um boquete numa festa de aniversário no ano passado. Na época em que começou a provar dos prazeres físicos, ele o fazia com a Jane, uma loura safada que era vizinha da casa dele, e que o iniciou. Depois ela começou a namorar um cara mais velho que lhe presenteou com um anel, e por isso, ela nunca mais deu para o Caio.

No começo ele ficou um pouco chateado, e não sabia se era porque não iria mais comer a Jane ou se era porque não tinha dinheiro para lhe comprar um anel, e assim, poder continuar lhe comendo.

Em sua homenagem, e de saudades profundas que sentia da tal, chegou a masturbar-se oito vezes por dia durante quase dois meses, e dizia à mãe que estava com diarréia quando passava muito tempo no banheiro, e que tinha prova de física no outro dia, quando ficava muito tempo trancado no quarto. D. Celeste acreditava, e nem reparou que o papel higiênico estava sendo consumido mais rápido que o normal; acabava atribuindo isso às dores de barriga do filho que deveria estar com vermes, ela supunha.

Depois desses quase dois meses, foi que ele passou a notar Samara. Não tinha notado antes porque ele, o amigo Fernando e a irmã se conheciam há pelo menos uns dez anos, e tendo tanto tempo de convivência, Caio até tinha algum respeito fraternal por ela. Mas quando os hormônios ferveram, e ele percebeu que ela não era sua irmã, e sim do seu amigo, mandou às favas a camaradagem e os códigos ocultos que permeiam amizades masculinas, e passou a homenageá-la, cada dia um pouco mais.

Naquele dia em especial, Samara ligou para Caio, para dar um recado do irmão:

- Alô?

- Alô! Quem é?

- Oi Caio, é a Sá! Tô te ligando pra dizer que o Fernando não vai hoje. Nosso pai ligou e disse que queria que ele fosse lá na casa dele, e ele foi, daí já viu... Saiu tão rápido que nem deu tempo de te ligar, mas ele pediu pra eu fazer isso.

- Hm, tudo bem, então... Mas já que ele não vem, tu poderias vir aqui, que que achas?

- Hein??? O que eu iria fazer aí???

- Eu pedi pizza, e minha mãe saiu com o namorado, tô sozinho aqui, vem! A gente vê filme e bate papo. – Mas ele pensava em vê-la pelada e fazer um bate-estaca no lugar do bate-papo.

- Hm... Vou falar com a mãe, se eu não ligar pra ti em cinco minutos é porque to indo aí. Tem pizza de quê?

- De calabresa... hehehe

- Adoro!!! Beijo, tchau!

- Tchau!

O tesão subiu na hora! Caio correu para o banheiro, tomou um banho de gato, e lavou só o que ia interessar: sovaco, pinto e bunda. Ele estava de chinelo, então não precisava se preocupar com chulé. Colocou uma camiseta, bermuda, cuidou para não vestir uma cueca sem elástico, escovou os dentes, e usou enxaguante bucal. Estava certo, certo mesmo de que iria se dar bem. Pensou até em bater uma antes dela chegar, mas ficou com medo de não dar conta do recado depois, daí guardou as energias para dali a pouco.

Ele esperou, esperou, esperou...

Samara não apareceu, nem ligou, nem disse nada. Quando ele percebeu que ela não chegaria mesmo, foi para o quarto, adivinhem fazer o quê? Dormiu de pau na mão, iludido, pensando na gostosinha, e gamando mais e mais na menina que lhe tinha dado um bolo.

Outro dia, ela apareceu na casa dele, junto com o Fernando. Ele perguntou por que ela não tinha aparecido naquela ocasião, e ela disse brincando: “Não, Né, Caio! Cê acha que eu sou boba de vir aqui sozinha? Só venho se tiver mais alguém junto, pra garantir que você não vai me agarrar! Se você fizer isso, o Nando te mata!”, ao que ele respondeu: “Magina, Sá! Teu irmão sabe que eu te respeito pra caramba! Mas se tu viesses com alguém aqui, tipo aquela tua amiga, a Telminha, tu ias ter que ficar olhando eu agarrar ela!”, - ele disse isso já pensando em comer as duas, coisa típica de adolescentes machos, cujo maior fetiche sexual é comer todas as mulheres do mundo ao mesmo tempo, com exceção das suas irmãs, mãe e avós.

Mais uma noite de punhetas solitárias o acompanharam. No quarto, era só ele e suas revistas eróticas de páginas coladas, e Telminha era só mais uma garota para o seu potencial repertório de “mulheres que ainda comerei”.

3 comentários:

  1. ótimo texto!
    Como você conseguiu captar como a maioria dos adolescentes pensa?
    Ficou muito bom o texto, e ficou bem próximo da realidade hehehe!

    Mas o alger do texto, foi você lendo ele para nós leitos. Você ler muito bem, sua voz nós envolve, como se eu estivesse viajando recordando de memorias minhas, mesmo eles não sendo...

    Espera poder ver a continuação desse texto quem sabe ate uma saga" A saga de um punheteiro "

    ResponderExcluir
  2. ótimo texto!
    Como você conseguiu captar como a maioria dos adolescentes pensa?
    Ficou muito bom o texto, e ficou bem próximo da realidade hehehe!

    Mas o alger do texto, foi você lendo ele para nós leitos. Você ler muito bem, sua voz nós envolve, como se eu estivesse viajando recordando de memorias minhas, mesmo eles não sendo...

    Espera poder ver a continuação desse texto quem sabe ate uma saga" A saga de um punheteiro "

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  3. legal! eu vi teu vídeo no yuotube recem agora a punheta de cada dia, depois de 2 anos que tu postou me apaixonei por ti!

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